FAPEMA realiza julgamento de quatro editais, entre eles o REBAX

FAPEMA realiza julgamento de quatro editais, entre eles o REBAX
janeiro 16 20:37 2014

DSC 3881Em reuniões desde ontem (15), 7 consultores Ad-Hoc de várias instituições de Ensino Superior do país estiveram em São Luis para fazer o julgamento de propostas submetidas aos editais Rede de Pesquisa da Baixada Maranhense – REBAX, Bolsas de Pós Doutorado, Equipamentos e Programa de Desenvolvimento Científico Regional – DCR, da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão – FAPEMA.

O edital REBAX (030/2013) teve o maior número de propostas, no total de 46 inscrições. Dessas, 28 foram aprovadas, ou recomendadas com restrições, e 18 não receberam aprovação, segundo os critérios técnico- científicos levados em consideração. DSC 3848

A diretora presidente da FAPEMA, Rosane Guerra, explica que a “recomendação com restrições” se dá em casos em que o projeto está bem fundamentado, mas ainda necessita de ajustes. “Os trabalhos que receberam observações serão revistos e os apontamentos serão passados aos proponentes para que melhorem nos aspectos citados”, disse a presidente.

Para o professor doutor Derly Henriques da Silva, especialista em genética de vegetais, da Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, os trabalhos apresentados, em especial os do edital REBAX, “estão bem estruturados e definidos, com uma proposta clara em desenvolver a região da baixada maranhense”. Já a professora doutora Ligia Simonian, da Universidade Federal do Pará – UFPA, falou que os principais pontos que causam rejeição dos trabalhos são os de cunho teórico-metodológicos. “Os pesquisadores precisam se empenhar mais; não basta ter um projeto ambicioso e não saber como desenvolver a metodologia”, ressaltou a doutora Ligia.

Durante toda a quarta e quinta-feira os consultores estiveram debatendo e analisando aproximadamente 60 propostas, distribuídas entre os editais REBAX, DCR, Pós Doutorado e Equipamentos. “Queremos aproveitar ao máximo as reuniões para dar celeridade aos processos”, explicou a presidente da Fundação, Rosane Guerra.

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