Começou, em Curitiba, o Fórum Consecti Confap

Começou, em Curitiba, o Fórum Consecti Confap
março 09 13:57 2012

 

Evento que acontece até hoje (9) vai debater assuntos relevantes para o crescimento da ciência, tecnologia e inovação no Brasil

ConfapA abertura do Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), que aconteceu  na manhã desta quinta-feira (8), contou com a participação dos principais dirigentes dos órgãos estratégicos para o desenvolvimento da ciência e tecnologia do país. A FAPEMA é representada no Fórum pela sua diretora-presidente, Rosane Guerra.

O professor Odenildo Sena, presidente do Consecti, ressaltou a importância de se investir em educação, como um dos principais pontos da estratégia para o desenvolvimento do setor tecnológico no Brasil. Esta tem sido uma das principais bandeiras levantadas pelo professor, principalmente na área das engenharias.

Logo após, foi a vez do professor Mario Neto Borges, presidente do Confap, que discursou sobre as novas perspectivas para a área, assim como as dificuldades a serem superadas. “Os países desenvolvidos investem, prioritariamente, no desenvolvimento dos setores de tecnologia e educação. É o momento de aproveitarmos o crescimento econômico do país e mostrarmos que as pesquisas nas áreas de ciência e tecnologia são essenciais para o desenvolvimento dos demais âmbitos como, por exemplo, a saúde”, explicou Borges.

A mesa de abertura também contou com a presença do governador do estado do Paraná, Beto Richa, que ressaltou o crescimento industrial do estado. “No último ano o estado do Paraná teve um grande crescimento no setor industrial, isso é reflexo de um trabalho contínuo feito dentro das universidades do Paraná”, disse.

O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luíz Antônio Elias, falou sobre a “Estratégia Nacional de CT&I 2012-2015”. Elias apresentou-se na ausência do ministro de Ciência e Tecnologia do país, que não pôde comparecer por questões de agenda.

A apresentação abordou assuntos como os investimentos no setor de ciência e tecnologia, a formação de doutores nas áreas biológicas e engenharias e o direcionamento de tais resultados. Elias também comparou o orçamento direcionado às àreas de pesquisas em inovação feito pelo Brasil, em relação a outras potências tecnológicas. “É importante salientar que o Brasil investe tanto em tecnologia quanto países europeus. Precisamos traçar estratégias para utilizarmos de forma correta e transformarmos em resultado o conhecimento construído na academia”, explicou.

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