Pesquisa desenvolve atividades lúdicas para o ensino de Química nas escolas

Pesquisa desenvolve atividades lúdicas para o ensino de Química nas escolas
junho 03 16:41 2013

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão (FAPEMA) apoia pesquisa desenvolvida por alunos de licenciatura do curso de Química do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) que utiliza métodos de aprendizagem mais dinâmicos e interativos, envolvendo jogos, arte cênica e experimentos de laboratório para descomplicar a vida dos estudantes do Ensino Fundamental e Médio na disciplina de Química, melhorando a educação nas escolas do Maranhão.

“As atividades visam levar os assuntos referentes à Química de maneira mais atrativa aos alunos, por meio de palestras, teatros, experimentos e materiais lúdicos. Procuramos ver as coisas do cotidiano e adaptar isso aos assuntos da disciplina. Por exemplo, a parte de reações químicas, associamos sempre a uma história da alquimia e assim fazemos com o que aluno interaja com a Química do cotidiano, ele aprende brincando.”, explicou professor responsável pela orientação do projeto, Marcelo Moizinho Oliveira,

Durante as apresentações, chamadas “Shows de Química”, a matéria da área de exatas se transforma em atividades que mexem ainda mais com o imaginário e revelam sua forte presença no dia a dia. A ideia dos autores é oferecer um material didático diferente para transmissão do conhecimento de química, além de possibilitar aos professores uma metodologia mais eficaz para o aprendizado dos jovens.

Segundo o professor Marcelo Oliveira, os jogos usados pelo projeto são semelhantes aos que existem no mercado, jogos educativos, adaptados a determinado ensino, como quebra-cabeças, caça-palavras e o jogo dos sete erros. “Nós escolhemos um tema da Química e elaboramos esses jogos. Formamos grupos de alunos e dentro desse jogo, a gente insere um tópico referente à disciplina”, comentou.

O trabalho já foi apresentado em várias escolas do Maranhão. “Passamos pelos campi do IFMA no interior do estado e pelas escolas da Cidade Operária, como Mata Roma, Pedro Alvares Cabral e também o CEGEL, no Centro da capital maranhense. E durante os congressos de química, nós ministramos algumas oficinas, palestras e minicursos relacionado ao ensino de química para alunos de graduação”, complementou Marcelo. 

Os bons resultados do trabalho estimularam a expansão do procedimento educacional e o desenvolvimento do material didático educativo (cartilha) não só no estado, mas em todo país.. “O que a gente pretende é, se possível, produzir numa escala comercial para atingir o maior número possível de escolas não só do Maranhão, mas no Brasil inteiro. A pesquisa resultou em duas revistas de jogos tipo puzzles relacionando os principais tópicos da disciplina de Química ministrada no ensino médio”, revelou o professor do IFMA.

A cartilha de Química foi publicada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Maranhão – FAPEMA, por meio do edital da de Apoio a Publicação – APUB, que destina recursos para a difusão científica e tecnológica por meio da publicação de material impresso e eletrônico.

Você pode saber mais sobre esta pesquisa no Rádio Inovação.

 

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